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Foi encontrada 20 questões

Analise as seguintes afirmativas sobre sexualidade e gênero e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.

(  ) O desenvolvimento de um sistema de creches acessível e de boa qualidade poderia auxiliar na eliminação da desigualdade de renda.

(  ) O gênero refere-se a certas características anatômicas e hormonais de um indivíduo.

(  ) A desigualdade de renda entre mulheres e homens deriva, dentre outras coisas, da concentração das mulheres em ocupações com baixa remuneração e da desvalorização do trabalho desempenhado por elas.

(  ) Essencialismo é uma abordagem que percebe as diferenças de gênero como um reflexo das diferentes posições sociais ocupadas por homens e mulheres.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência de letras CORRETA.
A definição de eleitor foi tema de artigos nas Constituições brasileiras de 1891 e de 1934. Diz a Constituição da República dos Estados Unidos do Brasil de 1891:
 
Art. 70. São eleitores os cidadãos maiores de 21 anos que se alistarem na forma da lei.
 
A Constituição da República dos Estados Unidos do Brasil de 1934, por sua vez, estabelece que:
 
Art. 180. São eleitores os brasileiros de um e de outro sexo, maiores de 18 anos, que se alistarem na forma da lei.
 
Ao se comparar os dois artigos, no que diz respeito ao gênero dos eleitores, depreende-se que
TEXTO I
 
É notório que o universo do futebol caracteriza-se por ser, desde sua origem, um espaço eminentemente masculino; como esse espaço não é apenas esportivo, mas sociocultural, os valores nele embutidos e dele derivados estabelecem limites que, embora nem sempre tão claros, devem ser observados para a perfeita manutenção da “ordem”, ou da “lógica’” que se atribui ao jogo e que nele se espera ver confirmada. A entrada das mulheres em campo subverteria tal ordem, e as reações daí decorrentes expressam muito bem as relações presentes em cada sociedade: quanto mais machista, ou sexista, ela for, mais exacerbadas as suas réplicas.
 
FRANZINI, F. Futebol é “coisa pra macho”? Pequeno esboço para uma história das mulheres
no país do futebol. Revista Brasileira de História, v. 25, n. 50, jul.-dez. 2005 (adaptado).
 
TEXTO II
 
Com o Estado Novo, a circularidade de uma prática cultural nascida na elite e transformada por sua aceitação popular completou o ciclo ao ser apropriada pelo Estado como parte do discurso oficial sobre a nacionalidade.
 
A partir daí, o Estado profissionalizou o futebol e passou a ser o grande promotor do esporte, descrito como uma expressão da nacionalidade. O futebol brasileiro refletiria as qualidades e os defeitos da nação.
 
SANTOS, L. C. V. G. O dia em que adiaram o carnaval: política externa e a construção do
Brasil. São Paulo: EdUNESP, 2010.
 
Os dois aspectos ressaltados pelos textos sobre a história do futebol na sociedade brasileira são respectivamente:
Ninguém nasce mulher: torna-se mulher. Nenhum destino biológico, psíquico, econômico define a forma que a fêmea humana assume no seio da sociedade; é o conjunto da civilização que elabora esse produto intermediário entre o macho e o castrado que qualificam o feminino.
 
BEAUVOIR, S. O segundo sexo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980.
 
Na década de 1960, a proposição de Simone de Beauvoir contribuiu para estruturar um movimento social que teve como marca o(a)
 
O anúncio publicitário da década de 1940 reforça os seguintes estereótipos atribuídos historicamente a uma suposta natureza feminina: