Conforto Acústico

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Sabe-se que uma parede comum de uma fachada de tijolo não isola mais que 45 dB. Assim, para garantir qualidade acústica no ambiente interno ao edifício, o projeto de arquitetura deve considerar o grau de ruído externo para especificar os materiais a serem empregados nas fachadas e, nos casos em que a fachada estiver em ambiente onde o nível de ruído seja superior a 65 dB, é necessário tratamento especial.

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Tempo de reverberação é o tempo necessário para que, após o desligamento da fonte sonora o nível de pressão sonora, decresça 60 dB.

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Em auditórios de maior porte, é necessário criar possibilidades de difusão do som por meio do paralelismo de parede e teto e, ainda, da distribuição do material absorvente. Como princípio geral, os primeiros painéis do forro da platéia devem ser refletores e devem estar dirigidos para refletir o som para os pontos mais distantes, para que a difusão seja adequada.

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Para garantir maior homogeneidade na distribuição do som em um auditório, devem ser utilizadas superfícies côncavas.

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Na especificação de materiais acústicos, devem ser considerados os seguintes aspectos: as características estéticas do material (aparência); a resistência ao fogo; a resistência a roedores, insetos, vermes etc.; a resistência mecânica; a facilidade de montagem e de acesso; o bom desempenho diante da luz; o isolamento térmico, absorção versus transmissão; o peso e a espessura.