Código de Ética dos Profissionais de Administração
O Código de Ética do Administrador é disciplinado pela Resolução Normativa CFA nº 253, de 30.03.01.
 
Assim sendo, é direito do Administrador:
Código de Ética Profissional do Administrador nada mais é do que o conjunto de princípios éticos que devem nortear a atuação do Administrador. Dentre estes princípios, pode-se destacar:
Ao desempenhar uma ação gerencial em uma instituição, na resolução de algum problema, o administrador concentrará a ação partindo de uma situação atual, juntamente com sua equipe, buscando uma situação desejada. Analisará com os funcionários as forças positivas e negativas, discutirá e definirá com eles linhas de ação e comunicará à instância superior da instituição em que trabalha o resultado e as propostas do Plano de Ação. O Código de Ética dos Profissionais de Administração (aprovado pela Resolução Normativa CFA nº 393, de 6 de dezembro de 2010) apresenta no Preambulo, inciso III que o Código de Ética dos Profissionais de Administração (CEPA) é o guia orientador e estimulador de novos comportamentos e está fundamentado em um conceito de ética direcionado para o
O Código de Ética dos Profissionais de Administração apresenta no Capítulo.1, Dos Deveres, Artigo 1°, incisos IV e V, o seguinte conteúdo:
 
IV – comunicar ao cliente, sempre com antecedência e por escrito, sobre as circunstâncias de interesse para seus negócios, sugerindo, tanto quanto possível, as melhores soluções e apontando alternativas;
 
V – informar e orientar o cliente a respeito da situação real da empresa a que serve. Os incisos em questão tornam viva a busca pelo administrador que trabalha nas organizações públicas de um caminho que traga equilíbrio para as ações que as instituições desenvolvem. Trata-se do(a)
O artigo 1° do Código de Ética do profissional de Administração enumera os deveres do Administrador, são eles:
 
I - conservar dependência na orientação técnica de serviços e em órgãos que lhe forem confiados;
 
II - renunciar, demitir-se ou ser dispensado do posto, cargo ou emprego, se, por qualquer forma, tomar conhecimento de que o cliente manifestou desconfiança para com o seu trabalho, hipótese em que não deverá indicar substituto;
 
III - evitar declarações públicas sobre os motivos de seu desligamento, desde que do silêncio não lhe resultem prejuizo, desprestígio ou interpretação errônea quanto à sua reputação;
 
IV - informar e orientar o cliente a respeito da situação real da empresa a que serve.
 
Estão corretos: