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Elias Machado Gonçalves , no livro O ciberespaço como fonte para jornalista  (2003),constata que o “processo de constituição de assessorias de comunicação ou relações públicas orientadas para incluir temas particulares no fluxo de sistemas de circulação de notícias representa um indício de que a profissionalização das fontes constitui uma das especificidades do processo de coleta de dados, produção e circulação de conteúdos no jornalismo em sociedades complexas”. Essa relação entre as fontes profissionalizadas e os profissionais de jornalismo, que caracterizou nas últimas décadas o campo de produção das notícias, vem sendo desestabilizada pela
“Sistemas eletrônicos de comunicação, indo da automação de organismos (cibernética)à informatização a distância (telemática), levaram à instauração do princípio da virtualidade, acelerando o transporte da informação, a transmissão de dados e, sobretudo, a transferência do sentido. Uma nova esfera de trocas se deixa assinalar por uma paradoxal 'imaterialidade concreta', representada pela nova 'espacialidade eletrônica'” (POLISTCHUK; TRINTA, 2003, p. 46). O ambiente descrito atende pelo nome de:
Segundo Manuel Castells, o processo de globalização, tendo como um dos principais elementos o desenvolvimento tecnológico em computação e telecomunicações, inclui a criação de centros de ponta, tanto em termos econômicos quanto científicos, ao redor do globo, interconectados e interligados compartilhando interesses mútuos. O conceito proposto pelo autor espanhol, entre o final dos anos 1980 e começo dos 1990, para descrever tal dinâmica é:
Pierre Lévy foi um dos primeiros autores a teorizar sobre o ciberespaço e um dos seus livros mais conhecidos é “O que é o virtual”, editado no Brasil, em 1996. Lévy equipara o hipertexto e a web como um conjunto de hipertextos à ideia de
Um dos teóricos que trouxe uma contribuição importante para as pesquisas sobre o impacto das mídias digitais nas práticas sociais e na construção da realidade foi Pierre Lévy (2003). Segundo esse autor, o virtualé parte integrante do real, não se opõe a ele.

Martino, 2010.
 
A afirmativa de Levy pode ser explicada pela seguinte alternativa: