Blocos Econômicos

Na atualidade, o Brasil é considerado um país economicamente emergente. Integrado à economia global, ele reconhece a importância dos blocos regionais como forma de melhor inserir-se no quadro econômico mundial, cuja tônica é a competitividade por mercados. Assim, ele participa, na condição de co-fundador, da (do)

Sobre os blocos econômicos regionais, identifique os dois abaixo caracterizados:

I. Idealizado em 1994, com o objetivo de eliminar as barreiras alfandegárias entre 34 países de um continente. Com um produto interno bruto (PIB) de 9,7 trilhões de dólares (1,2 trilhão a mais que a UE), os membros somam uma população de 783,6 milhões de habitantes, o dobro da UE. Um poderoso país propõe a implantação imediata de acordos parciais, mas encontrou obstáculos nas
economias ao sul do continente.

II. Criado em 1991, é composto por 4 países que adotam políticas de integração econômica e aduaneira. É um exemplo de regionalização. Em 1995 instala-se uma zona de livre comércio. O bloco conta com 215,2 milhões de habitantes e um PIB de 1,1 trilhão de dólares, possuindo, também, outros países associados. O bloco, no entanto enfrenta dificuldades com o conflito de interesse e a crise de seus dois principais países.

A alternativa que indica corretamente os blocos é:


UM ESTRANHO NO BLOCO?

            O Senado brasileiro aprovou, por 35 votos a favor contra 27, a entrada de novo membro latino-americano no bloco regional MERCOSUL. Se o Paraguai liberar o ingresso do novo membro - Argentina e Uruguai já deram seu aval - o recém-chegado terá direito a votos nas decisões do grupo e poderá vetar eventuais acordos com outros países.

Revista Época, 21 dez. 2009, p. 124. (Adaptado)

O país latino-americano que recebeu o aval dos três membros do MERCOSUL é o(a)


            Os presidentes Fernando Henrique Cardoso e Vladimir Putin assinaram ontem no Kremlin uma declaração conjunta na qual a Rússia formaliza seu respaldo à reivindicação brasileira de se tornar membro permanente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) e, em retribuição, o Brasil apóia a aspiração russa de ingressar na Organização Mundial do Comércio (OMC). Na declaração, os dois governos manifestam interesse em projetos conjuntos nas áreas de alta tecnologia, como indústria aeronáutica e espacial, telecomunicações, combustíveis e energia, inclusive no desenvolvimento de tecnologias inovadoras na área nuclear.

Lourival Sant'Anna. Brasil vai apoiar ingresso da Rússia na OMC. In: O Estado de S. Paulo, 15/1/2002, p. 4 (com adaptações).

Com o auxílio das informações do texto acima, julgue o item a seguir, focalizando determinados aspectos referentes à recente viagem do presidente brasileiro à Rússia.

Talvez em função do MERCOSUL, cuja consolidação sempre foi essencial para a economia da região, a Argentina, ao longo dos dois períodos governamentais de Carlos Menem, apressou-se em apoiar o pleito brasileiro de ocupar uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU.

Brics acenam com mudanças em divisas, mas não descartam de vez o dólar

            (Da Agência EFE, 16/6/2009) As quatro grandes economias emergentes que integram o Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) pediram nesta terça-feira um sistema de divisas mais diversificado, estável e previsível, mas não descartaram de vez o dólar.

            No comunicado final após a primeira cúpula formal na cidade russa de Ecaterimburgo, nos Urais, o Bric defendeu um mecanismo mais democrático e transparente de tomada de decisões nas organizações financeiras multilaterais.

            Participaram da cúpula o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os governantes de Rússia, Dmitri Medvedev; da China, Hu Jintao e o primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, cujos países concentram 40% da população mundial.

Internet: <www.epa-europeanpressphoto.com>. Acesso em 26/6/2009.

Tomando o texto como referência inicial, assinale a alternativa incorreta.