Arte, Cultura e Sociedade na Era Vargas
Percebemos, cada vez mais, que o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos pode nos levar a considerar a reestruturação do remanejamento dos quadros funcionais. O que temos que ter sempre em mente é que o consenso sobre a necessidade de qualificação promove a alavancagem de todos os recursos funcionais envolvidos. O empenho em analisar o desafiador cenário globalizado estende o alcance e a importância do fluxo de informações.
Por conseguinte, o comprometimento entre as equipes aponta para a melhoria das direções preferenciais no sentido do progresso. Podemos já vislumbrar o modo pelo qual a consulta aos diversos militantes deve passar por modificações independentemente de todos os recursos funcionais envolvidos.
Analise a imagem a seguir.
 
 
Publicada no Jornal o Estado de São Paulo, na década de 1940, o discurso imagético da propaganda apresentada traz uma concepção sobre o trabalho doméstico. Essa concepção de trabalho parte do princípio de que as classes médias urbanas, potenciais consumidoras de eletrodomésticos,
Em 1942, sob a orientação de Getúlio Vargas – que àquela época coordenava a ditadura do Estado Novo –, os clubes de futebol mineiro e paulista que adotavam o nome de Palestra Itália mudaram seus nomes, passando a se chamar Cruzeiro e Palmeiras, respectivamente.

Assinale a alternativa que aponta corretamente o motivo pelo qual Vargas ordenou a alteração dos nomes dos clubes futebolísticos.
A estratégia analítica de Edgard de Decca (1992) para pensar a memória histórica, elaborada nos enunciados dos discursos políticos, como na assim chamada “Revolução de 1930”, consolidada por certa prática historiográfica, legitimadora desse processos históricos como revolucionário é problematizada pelo autor. Em suas palavras: “Esse discurso como exercício efetivo do poder político, além de periodizar a história, define o lugar onde ela deve ser lida - o passado memorizado como domínio das oligarquias e o presente como uma revolução sem prazo para acabar. (...) Como discurso do exercício do poder, a Revolução de 1930 oculta o percurso das classes sociais em conflito, não apenas anulando a existência de determinados agentes, mas, principalmente, definindo enfaticamente o lugar da história para todos os agentes sociais. (...)” (1992:72)

Na configuração do “Discurso do Poder”, segundo Decca(1992), assinale a alternativa que apresenta quem teve o seu percurso ocultado e mostra como foi interpretada a etapa histórica anterior a “Revolução de 1930”: