Alfabetização
O processo educativo guarda íntima relação com os processos perceptivos de um indivíduo. De acordo com LÚRIA, “a percepção depende de práticas humanas historicamente estabelecidas que podem, não só alterar os sistemas de codificação usados no processamento da informação, mas também influenciar a decisão de situar os objetos percebidos em categorias apropriadas.”

Sendo assim, o autor trata o processo perceptivo como similar ao pensamento:
Analise as afirmativas abaixo quanto às diferenças conceituais dos processos de alfabetização e letramento.

I. A alfabetização só tem sentido quando desenvolvida no contexto de práticas sociais de leitura e de escrita e por meio dessas práticas, em um contexto de letramento e por meio de atividades de letramento.

II. A alfabetização só tem sentido no contexto de práticas de leitura e de escrita, na dependência da e por meio da aprendizagem do sistema de escrita.

III. O letramento só pode desenvolver-se na dependência da e por meio da aprendizagem do sistema de escrita.
 
Considerando que “A alfabetização distingue-se de letramento tanto em relação aos objetos de conhecimento quanto em relação aos processos cognitivos e linguísticos de aprendizagem e, portanto, também de ensino desses diferentes objetos. Por outro lado, ainda que distintos, faz-se necessário que os dois processos sejam reconhecidos como indissociáveis e interdependentes.” (SOARES,2004), estão CORRETAS as afirmativas:
Leia o fragmento a seguir.
 
Marília é professora do 3º ano. No final do mês de setembro, em uma atividade diagnóstica de leitura e escrita, Marília detectou que 20% dos alunos não estavam alfabetizados (escrita alfabética de pequenos textos e leitura fluente com compreensão mínima do que leu).
 
Considerando as indicações legais sobre a alfabetização na idade certa, o encaminhamento mais adequado para esta situação seria
Em uma sala de Educação Infantil, Paula (5 anos) escreve a palavra “janela” da seguinte forma: “AEA”.
 
De acordo com a concepção psicogenética da construção da língua escrita, a professora consideraria que Paula
A professora de Thaís (5 anos) pede-lhe que escreva a palavra “pá”. A criança escreve “A”, e lê: “pá”. Mas depois apaga o que escreveu dizendo: “uma letra só não serve para escrever uma palavra!”.
 
Sobre a experiência vivenciada pela criança, analise as afirmativas a seguir.
 
I. A criança entrou em conflito, pois pensava que só se pode ler ou escrever palavras com três ou mais letras e, ao mesmo tempo, tinha construído a hipótese de que para cada emissão sonora uma letra basta.
 
II. A criança precisa copiar a palavra correta algumas vezes para aprender a escrevê-la.
 
III. A criança que começa a trabalhar com a hipótese silábica entra em conflito com sua hipótese anterior da quantidade mínima de caracteres, especialmente ao escrever palavras monossílabas ou dissílabas.
 
Assinale: