Administração patrimonialista
A nível organizacional, o consenso sobre a necessidade de qualificação causa impacto indireto na reavaliação das condições financeiras e administrativas exigidas. Por outro lado, a competitividade nas transações comerciais faz parte de um processo de gerenciamento do sistema de participação geral.

A respeito dos modelos da administração pública, julgue o item seguinte.

A administração patrimonialista representa uma continuidade do modelo inspirado nas monarquias e prevalecente até o surgimento da burocracia, sendo a corrupção e o nepotismo inerentes a esse modelo. Aos cidadãos se concedem benesses, em vez da prestação de serviços, e a relação entre o governo e a sociedade não é de cidadania, e sim de paternalismo e subserviência.
Considere que um cidadão veja negada sua solicitação junto a um órgão público, sob a falsa alegação de que não cumpriu um requisito documental imposto pelo órgão. O servidor atendente recomenda ao incauto cidadão procurar um despachante. O cidadão segue a recomendação e, após o pagamento de uma pequena propina, consegue ter sua solicitação atendida, juntamente com outros casos congêneres, encaminhados pela chefia por recomendação de um influente político da região, que mantém uma rede de apaniguados no órgão. O cidadão decide, em vão, denunciar o duplo absurdo: o excesso de requisitos documentais e a corretagem. Quanto ao primeiro, conclui o cidadão que as exigências documentais, os critérios de análise das solicitações e as decisões seguem um padrão próprio do órgão, imune ao controle de outros órgãos e poderes da administração. Quanto à corretagem, faltavam-lhe provas. Com base nessa situação, é correto afirmar que

há evidências de prática patrimonialista, já que há apropriação privada do que é público.
Considere que um cidadão veja negada sua solicitação junto a um órgão público, sob a falsa alegação de que não cumpriu um requisito documental imposto pelo órgão. O servidor atendente recomenda ao incauto cidadão procurar um despachante. O cidadão segue a recomendação e, após o pagamento de uma pequena propina, consegue ter sua solicitação atendida, juntamente com outros casos congêneres, encaminhados pela chefia por recomendação de um influente político da região, que mantém uma rede de apaniguados no órgão. O cidadão decide, em vão, denunciar o duplo absurdo: o excesso de requisitos documentais e a corretagem. Quanto ao primeiro, conclui o cidadão que as exigências documentais, os critérios de análise das solicitações e as decisões seguem um padrão próprio do órgão, imune ao controle de outros órgãos e poderes da administração. Quanto à corretagem, faltavam-lhe provas. Com base nessa situação, é correto afirmar que

há evidências de mecanismos de predação política e captura por interesses espúrios mediante a formação de anéis burocráticos.
Considere que um cidadão veja negada sua solicitação junto a um órgão público, sob a falsa alegação de que não cumpriu um requisito documental imposto pelo órgão. O servidor atendente recomenda ao incauto cidadão procurar um despachante. O cidadão segue a recomendação e, após o pagamento de uma pequena propina, consegue ter sua solicitação atendida, juntamente com outros casos congêneres, encaminhados pela chefia por recomendação de um influente político da região, que mantém uma rede de apaniguados no órgão. O cidadão decide, em vão, denunciar o duplo absurdo: o excesso de requisitos documentais e a corretagem. Quanto ao primeiro, conclui o cidadão que as exigências documentais, os critérios de análise das solicitações e as decisões seguem um padrão próprio do órgão, imune ao controle de outros órgãos e poderes da administração. Quanto à corretagem, faltavam-lhe provas. Com base nessa situação, é correto afirmar que

há evidências de clientelismo, na forma de representação de interesses que se baseia no universalismo de procedimentos.