2006
Em relação à arquitetura de computadores, é correto afirmar:
O resultado é prescindível para a consumação nos crimes


Read the text below which is entitled "A modest proposal" in order to answer question.

A modest proposal
Source: www.economist.com 14 Dec 2005 (Adapted)

            What on earth is the European Union budget for? It is too small (taking up just over 1% of EU-wide GDP) to have any serious effect. To judge by the wrangling before this week's EU summit in Brussels, it has become mostly an opportunity for countries to air their pet grievances and to demand their money back. If there is a deal on the budget this week, it will be an agreement reached for its own sake, because EU leaders cannot bear to be blamed for yet another summit failure. And if there is no deal, it will similarly be a disagreement for its own sake - because France rather likes the idea of putting Britain, which holds the rotating EU presidency, in the dock for one more financial fiasco.

            Yet if there was ever a good moment to think hard about how the budget might be better designed to advance the Union's stated aims, it ought to be now. The "financial perspective" is negotiated once every six years. That ought to create enough time to step back a bit and consider some first principles. The present negotiation is also the first since French and Dutch voters rejected the EU constitution this summer, creating another good opportunity to ask whether the club is still spending its money on the right things. What would a budget look like if it took the EU's goals at all seriously?

According to the text, the European Union budget


Read the text below which is entitled "A modest proposal" in order to answer question.

A modest proposal
Source: www.economist.com 14 Dec 2005 (Adapted)

            What on earth is the European Union budget for? It is too small (taking up just over 1% of EU-wide GDP) to have any serious effect. To judge by the wrangling before this week's EU summit in Brussels, it has become mostly an opportunity for countries to air their pet grievances and to demand their money back. If there is a deal on the budget this week, it will be an agreement reached for its own sake, because EU leaders cannot bear to be blamed for yet another summit failure. And if there is no deal, it will similarly be a disagreement for its own sake - because France rather likes the idea of putting Britain, which holds the rotating EU presidency, in the dock for one more financial fiasco.

            Yet if there was ever a good moment to think hard about how the budget might be better designed to advance the Union's stated aims, it ought to be now. The "financial perspective" is negotiated once every six years. That ought to create enough time to step back a bit and consider some first principles. The present negotiation is also the first since French and Dutch voters rejected the EU constitution this summer, creating another good opportunity to ask whether the club is still spending its money on the right things. What would a budget look like if it took the EU's goals at all seriously?

In paragraph 1, the author refers to "the wrangling before this week's EU summit", which denotes an atmosphere which is

Acerca do bem e do mal

Fulano é "do bem", Sicrano é "do mal". Não, não são crianças comentando um filme de mocinho e bandido; são frases de adultos, reiteradas a propósito das mais diferentes pessoas, nas mais diversas situações. O julgamento definitivo e em preto e branco que elas implicam parece traduzir o esforço de adotar, em meio ao caldeirão de valores da sociedade moderna, um princípio básico de qualificação moral e ética. Essa oposição rudimentar revela a necessidade que temos de estabelecer algum juízo de valor para a orientação da nossa própria conduta. Tal busca de discernimento é antiga, e em princípio é legítima: está na base de todas as culturas, dá sustentação a religiões e inspira ideologias, provoca os filósofos, os juristas, os políticos. O perigo está em que o movimento de busca cesse e dê lugar à paralisia dos valores estratificados.

O exemplo pode vir de cima: quando um chefe de poderosa nação passa a classificar países inteiros como integrantes do "eixo do mal", está-se proclamando como representante dos que constituiriam o "eixo do bem". Essa divisão tosca é, de fato, muito conveniente, pois faculta ao mais forte a iniciativa de intervir na vida e no espaço do mais fraco, sob a alegação de que o faz para preservar os chamados "valores fundamentais da humanidade". Interesses estratégicos e econômicos são, assim, mascarados pela suposta preservação de princípios da civilização. A História já nos mostrou, sobejamente, a que levam tais ideologias absolutistas, que se atribuem o direito de julgar o outro segundo o critério da religião que este professa, do regime político que adota, da etnia a que pertence. A intolerância em relação às diferenças culturais, por exemplo, acaba levando o mais forte à subjugação das pessoas "diferentes" - e mais fracas. É quando a ética sai de cena, para dar lugar à barbárie.
           
A busca de distinção entre o que é "do bem" e o que é "do mal" traz consigo um dilema: por um lado, não podemos dispensar alguma bússola de orientação ética e moral, que aponte para o que parece ser o justo, o correto, o desejável; por outro lado, se o norteamento dos nossos juízos for inflexível como o teimoso ponteiro, comprometemos de vez a dinâmica que é própria da história e dos valores humanos. Não há, na rota da civilização, leis eternas, constituições que não admitam revisões, costumes inalteráveis. A escolha do critério de julgamento é sempre crítica e sofrida, quando responsável; dispensando-se, porém, a responsabilidade dessa escolha, restará a terrível fatalidade dos dogmas. Lembrando o instigante paradoxo de um filósofo francês, "estamos condenados a ser livres". Nessa compulsória liberdade, de que fala o filósofo, a escolha entre o que é "do bem" e o que é "do mal" é uma questão sempre viva, que merece ser analisada e enfrentada em suas particulares manifestações históricas. Se assim não for, estará garantido um espaço cada vez maior para a ação dos fundamentalistas de todo tipo.

(Cândido Otoniel de Almeida)

A escolha do critério de julgamento é sempre crítica e sofrida, quando responsável; dispensando-se, porém, a responsabilidade dessa escolha, restará a terrível fatalidade dos dogmas.

Mantêm-se o sentido e a correção da frase caso se substitua